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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Bursite

PRINCIPAL CAUSADORA DE DOR NO OMBRO, A DOENÇA PODE TER FORMA NORMAL, AGUDA OU CRÔNICA E ATINGIR OUTRAS PARTES DO CORPO, COMO COTOVELOS, JOELHOS E ATÉ CALCANHARES


Emagrecer é Vitória


1 - O QUE É?
Trata-se de uma inflamação na bursa, espécie de bolsa de minúscula situada nas articulações. Essa estrutura contém um líquido - articular ou sinovial - responsável por diminuir a fricção entre tecidos (pele, músculos, tendões) e ossos. A origem do problema normalmente está em um dos seguintes quadros: lesões repetidas, artrite reumatoide, infecções bacterianas e gota.

2 - SINTOMAS.
Dor e limitação dos movimentos. Se a bursa de um dos ombros for afetada, o paciente terá dificuldades na prática de atividades do cotidiano que exigem o levantamento dos braços. Nos casos agudos, a pele pode ficar avermelhada na parte afetada, especialmente se ela for o joelho ou o cotovelo.

3 - DIAGNÓSTICO.
É realizado por meio de um exame clínico: o médico leva em consideração o caráter das dores, bem como sua localização e os movimentos que as provocam. A extração do líquido sinovial ajuda a descobrir se há relação com doenças como gota ou infecção pela bactéria Staphylococcus aureus. Ultrassonografia e ressonância magnética confirmam o diagnóstico.

4 - PREVENÇÃO.
O problema pode surgir a partir de uma irritação provocada por movimentos repetitivos ( no trabalho ou na prática de exercícios físicos). É preciso ter cuidado com a força depositada nessas atividades, especialmente se elas exigem que os braços fiquem elevados acima da altura dos ombros. na academia, deve-se ter cautela ao levantar pesos excessivos sem o preparo adequado.

5 - TRATAMENTO.
Inicialmente, envolve repouso, imobilização parcial da região afetada e anti-inflamatórios, além de antibióticos (nos casos infecciosos). Pode ser necessária a aplicação de corticosteroides na bursa doente e fisioterapia. Portadores de bursite crônica podem ter indicação de retirada dos depósitos de cálcio.


COMO UMA BEXIGA:
  • Normalmente, a bursa contém pouco líquidos sinovial. Porém, quando sofre uma lesão ou é infectada por uma bactéria, a estrutura pode ficar cheia.
  • As radiografias não são úteis para identificar o problema. Exceto nos casos de bursite crônica, já que pode haver um depósito de cálcio na estrutura inflamada.


Abraços à todos.


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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Desmaio

APESAR DA PERDA SÚBITA DA CONSCIÊNCIA, O INDIVÍDUO DEVE RECUPERAR OS SENTIDOS ESPONTANEAMENTE E INDEPENDENTE DE QUALQUER INTERVENÇÃO MÉDICA



Emagrecer é Vitória


É dividido em síncope vasovagal, que ocorre quando o coração deixa de bombear sangue ao cérebro, e síncope neurogênica, que acontece após uma variação da pressão arterial e da frequência cardíaca. 

Entre as causas principais estão crises de hipoglicemia, intoxicação, alterações cardíacas e até mesmo doenças neurológicas, o que pode acarretar convulsão.


O QUE VOCÊ DEVE FAZER:
  • Deite-o e levante suas pernas para que o retorno venoso possa acontecer; assim, o coração bombeia mais sangue para o cérebro.
  • Se não for possível deitá-lo, sente-o e abaixe sua cabeça até a altura do joelho para aumentar a quantidade de sangue circulando.
  • Cheque seu pulso e veja se o coração apresenta um ritmo anormal dos batimentos cardíacos.
  • No caso de desmaios seguidos de convulsões, cloque um travesseiro embaixo da cabeça e vire a cabeça dela para o lado, para que ela não engasgue com a saliva.

CUIDE DO CORAÇÃO.


A síncope - termo médico para o desmaio - por causa cardíaca, se não for diagnosticada, pode causar morte súbita, ao contrário da vasovagal, que não deixa sequelas. 

Considerando que os principais sinais são arritmias cardíacas ou doenças anatômicas, a sua investigação é importante já que cada um deles tem um tratamento específico. Em tais casos, torna-se necessário que se façam exames preventivos, entre eles o ecocardiograma, o teste de esforço e o cateterismo cardíaco.


É isso aí galera, fiquem atentos em como proceder em uma situação dessas.


Abraços à todos.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Transtorno do Pânico

ELE ACOMETE MAIS MULHERES DO QUE OS HOMENS E CHEGA SEM AVISAR, ENTENDA COMO É POSSÍVEL TRATAR E EVITAR SEU DESENCADEAMENTO


Emagrecer é Vitória


1 - O QUE É?
A enfermidade se distingue pelos ataques inesperados de medo e é chamado pelos médicos de ansiedade patológica. Quem a possui sofre durante as crises e nos intervalos delas, já que não sabe quando ocorrerão novamente. O quadro é mais comum nas mulheres devido à sensibilidade das estruturas cerebrais. Isso ocorre graças à flutuação hormonal, o que também gera maior número de casos no período fértil.

2- SINTOMAS.
As crises proporcionam sinais como tremores, impressão de falta de ar intensa ou sufocação, palpitações, sensação de morte iminente ou de desmaio, perda do controle mental e sudorese, ou seja, uma transpiração excessiva. Tudo isso se assinala como ataque de pânico quando dura entre 15 minutos e meia hora e ocorre uma única vez. Quando esses acometimentos se repetem e a pessoa começa a não sair de casa, ou mudar seus hábitos, o quadro passa a ser chamado de transtorno de pânico.

3- DIAGNÓSTICO.
O médico chegará ao diagnóstico por meio do quadro clínico apresentado pelo paciente, diferenciando de outras doenças psicológicas ou físicas. Portanto, se um primeiro ataque acontece e se repete, além dos outros sintomas característicos, é recomendado que se procure a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra para a primeira avaliação.


O QUE A PESSOA SENTE:
  • Perda de controle mental.
  • Transpiração excessiva.
  • Falta de ar.
  • Palpitações.
  • Sensação de desmaio.
  • Tremores.

4- PREVENÇÃO.
Pode ser feito com antidepressivos e com terapia cognitiva comportamental. Os remédios interrompem as crises e a terapia pode diminuir o temor de novos ataques acontecerem, o que ajuda a tornar a vida do paciente normal. Sendo assim, auxilia a pessoa a como enfrentar e proceder perante as situações de medo, de maneira gradual e sem necessidade de fuga. Os tratamentos costumam durar entre seis e dois anos.

5- TRATAMENTO.
A precaução do transtorno não existe, já que ele aparece sem dar aviso. Entretanto, pessoas que levam uma vida desregrada, com uso abusivo de bebidas alcoólicas, drogas e até mesmo o consumo de remédios para emagrecer, têm mais tendência a desenvolver o mal. A doença pode ter base genética, e fatores externos, como os já citados, podem contribuir para que seja desencadeada.


Abraços à todos.



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sábado, 3 de agosto de 2013

AVC

4 HORAS E 30 MINUTOS É O TEMPO LIMITE PARA PROCURAR AJUDA MÉDICA CAPAZ DE SALVAR A VIDA DA PESSOA


Emagrecer é Vitória


No AVC isquêmico, um trombo (coágulo) entope a artéria, impedindo que o sangue e seus nutrientes cheguem ao cérebro.
Já no AVC hemorrágico, mais raro, a interrupção do fluxo sanguíneo se dá por uma ruptura no canal.

1- O QUE É?
Acidente Vascular Cerebral. É popularmente conhecido como derrame e outras 24 denominações Brasil afora. AVC é um termo que se refere à interrupção de suprimento sanguíneo para o cérebro. Existem dois tipos: o isquêmico, responsável por 80% das ocorrências, que acontece pelo entupimento da artéria que leva o sangue para o cérebro; e o hemorrágico, que se dá pelo rompimento do canal. A falta de sangue mata as células cerebrais, vitimando ou deixando sequelas.

2- CORRIDA PELO CÉREBRO.
O tempo para salvar uma pessoa que sofre um AVC é de 4 horas e 30 minutos. Por isso, quanto antes acontecer o tratamento especializado, menor será a gravidade das sequelas. A falta de atendimento pode resultar em óbito. Há variados sintomas iniciais: fraqueza ou dormência de um lado do corpo, dificuldade para falar e entender, perda súbita da visão, dificuldade de coordenação motora, entre outros. Já na fase aguda, os sinais são mais intensos: déficit motor (paralisação de um lado do corpo), dor de cabeça intensa, tontura e perda da visão. Por isso, a qualquer sintoma, chame o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pelo telefone 192.

3- AQUI NO BRASIL.
O AVC é a principal causa de morte e de incapacidade física social e cognitiva no País. A doença mata, em média, 100 mil brasileiros por ano. A cada cinco minutos um óbito por AVC é registrado no Brasil. Esses números são reflexos dos maus hábitos alimentares, da falta de informação da população em geral - que desconhece os sintomas - e da precária rede de atendimento (mesmo uma parte dos hospitais privados não está devidamente equipada para cuidar de um caso de AVC).

4- TRATAMENTOS.
O AVC é uma emergência médica e deve ser administrada por profissionais em uma unidade especializada. O tratamento com medicamentos trombolíticos é capaz de desobstruir a artéria entupida e restaurar o fluxo sanguíneo para a região cerebral afetada, levando oxigênio e nutrientes essenciais para seu funcionamento. Já estão sendo testadas outras terapias aqui no Brasil. Entre elas está a utilização de células-tronco, que são capazes de substituir as células que morreram durante o acidente.

5- FATORES DE RISCO.
Entre as principais causas estão a hipertensão arterial, o diabetes melito, o colesterol elevado e o tabagismo. Por isso, algumas regras são essenciais para evitar riscos: mudar hábitos, conhecer seu histórico médico e não negar a possibilidade de ocorrência.
Outros fatores que podem desencadear um AVC são:
  • Sedentarismo.
  • Consumo excessivo de bebidas alcoólicas e comidas gordurosas, como junk food.
  • Obesidade.
Fiquem atentos aos sintomas e procure ajuda.


Abraços à todos.


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Prisão de Ventre

EVACUAR TRÊS VEZES AO DIA, OU TRÊS VEZES POR SEMANA PODE ATÉ SER CONSIDERADO NORMAL, MAS SE ESSES LIMITES SE ALTERAM DRASTICAMENTE, É NECESSÁRIO PROCURAR O ESPECIALISTA E INVESTIGAR


Emagrecer é Vitória


QUANDO BUSCAR AJUDA?
A prisão de ventre, constipação ou obstipação é caracterizada pela presença de fezes endurecidas, ressecadas e de tamanho reduzido. Esses fatores contribuem para a sensação de inchaço abdominal, além da dificuldade de eliminação causada pela dor, pelo esforço e distensões. O gastroenterologista é o médico treinado para avaliar o caso. Na consulta, investigará o histórico do paciente e poderá solicitar exames específicos como a defecografia (exame da dinâmica anorretal), bem como colonoscopia nos casos mais graves, entre outros.

DISTÚRBIOS METABÓLICOS E ENDÓCRINOS.
Doenças específicas como o hipertireoidismo e hipotireoidismo afetam o funcionamento normal do sistema orgânico e podem acelerar o trânsito intestinal ou tornar lentas as ondas peristálticas. Isso ocorre em razão da diminuição do metabolismo e da atividade das células responsáveis pela inervação e motilidade digestiva. O diabetes é também uma das patologias que se relacionam à dificuldade de evacuar, especialmente nos casos de polineuropatia, isto é, alteração na inervação responsável pela musculatura intestinal, e também pelo comprometimento do movimento espontâneo e da atividade do esfíncter anal e da prensa abdominal (musculatura).

ALGUMAS MEDICAÇÕES CAUSAM O PROBLEMA.
Há uma série de remédios que agem no reflexo da evacuação, seja no comando cerebral ou na inervação periférica (intestino grosso). O resultado é a alteração do movimento espontâneo do tubo digestivo, conhecido como motilidade. Existem ainda medicamentos que agem na musculatura do sistema digestório, inibindo e tornando lentas as ondas peristálticas responsáveis pela exoneração do bolo fecal. Exemplos de fármacos relacionados a esse sintoma são narcóticos, antiácidos que contenham alumínio ou cálcio, drogas antiparkinson, antidepressivos, hipertensivos, suplementos à base de ferro, diuréticos e anticonvulsivos. Após avaliação do quadro do paciente, o médico pode indicar diminuição de doses, supressão ou substituição do medicamento.

RELACIONADO AO ESTILO DE VIDA.
Na maioria dos casos, a prisão de ventre está relacionada a dietas pobres em fibras (feijões, grãos integrais, frutas e vegetais frescos, etc.). As fibras são as responsáveis pelo aumento do bolo fecal e ainda auxiliam na passagem para as diversas etapas do trânsito intestinal, até chegar à ampola retal e ao reto e ativar o mecanismo da evacuação. Beber água e líquidos é medida importante para evitar a desidratação. Quem tem tendência para esse tipo de sintoma deve evitar alimentos pobres em fibras como queijos, carnes, sorvetes, assim como produtos processados. A vida moderna leva à não observação dos reflexos de evacuação matinal e pós-alimentar, inibindo a solicitação natural do organismo. A sugestão dos especialistas é que se reserve tempo, todos os dias, para ir ao banheiro com calma. A atividade física é benéfica para prevenir o problema.

ANORMALIDADES ESTRUTURAIS.
Doenças como o intestino irritável levam à prisão de ventre por alterações nos mecanismos da evacuação. O problema, neste caso, é uma mudança nos transmissores celulares e nos nervos responsáveis por esse processo. Outras patologias como o megacólon, causada pela doenças de Chagas, contribuem para a destruição das fibras musculares e neuronais, responsáveis pela motilidade e o sincronismo da evacuação, diminuindo o seu ritmo. Já a diminuição em algum lugar do tubo digestivo pode causar lentidão, suboclusão ou oclusão total da luz intestinal. As causas mais frequentes são aderências decorrentes de cirurgias, endometriose, cânceres, hérnias abdominais, volvo (movimentos opostos à contração que impedem a evacuação), doenças inflamatórias e peritoneais.

DEPRESSÃO.
Os fenômenos psiquiátricos podem interferir na evacuação e compreendem desde a falta de reflexo do ocasionamento e ausência de interesse pela evacuação até a perversão alimentar que exclui a ingestão de fibras. Esses fatores, associados ao uso de medicamentos com ação inibidora, afetam o funcionamento normal do intestino.



Abraços à todos.



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terça-feira, 23 de julho de 2013

Hipertensão Arterial Pulmonar

Estima-se que no Brasil existam cerca de 3 mil pacientes com essa enfermidade. Se não receberem tratamento adequado, a sobrevida será de apenas 2,8 anos após o diagnóstico.


emagrecer é vitória
Na HAP, ocorre um aumento da pressão nas artérias pulmonares, que levam o sangue pobre em oxigênio do lado direito do coração para os pulmões. É ali que o dióxido de carbono é removido e substituído por oxigênio.

Com o aumento da pressão, há uma dificuldade na passagem do fluído pelas artérias e o coração é obrigado a fazer cada vez mais força para bombear o sangue.




1- O que é?
É o aumento da pressão nos vasos que levam o sangue até o pulmão. Em pessoas saudáveis, essa pressão é baixa para permitir a acomodação do sangue nos pulmões e realizar a troca gasosa. A hipertensão arterial pulmonar (HAP) pode ser causada por doenças reumáticas (como artrite), cardiopatia congênita, infecção pelo vírus HIV, anemia falciforme, fatores genéticos, esquistossomose, pelo uso de inibidores de apetite ou pode não ter uma causa definida (idiopática).


2- Diagnóstico.
O paciente, em primeiro lugar, realizará radiografia de tórax e eletrocardiograma. Esses exames geralmente mostram alterações sugestivas da presença de HAP. Mas é o ecocardiograma que pode apontar modificações mais significativas da doença, orientando o médico a seguir na investigação para excluir outras possíveis causas de aumento da pressão nos pulmões e definir o diagnóstico, a gravidade e a orientação do tratamento. Alguns pacientes também precisam realizar o cateterismo do lado direito do coração.


3- Sintomas.
Entre os mais comuns estão cansaço, falta de ar, tonturas e até desmaio. A grande dificuldade no diagnóstico da HAP é pelo fato de esses sintomas serem inespecíficos, isto é, estão presentes em várias outras doenças, sejam pulmonares ou cardíacas. Mesmo em países desenvolvidos, o diagnóstico correto só é alcançado entre 18 e 24 meses após o início dos sinais.


4- Tratamento.
Além de medidas preventivas como vacinação contra a gripe e pneumonia, recomenda-se o uso de anticoagulantes orais (para evitar a formação de trombos), e medicações que atuam na circulação pulmonar, levando à dilatação dos vasos e à diminuição da proliferação das células endoteliais presentes nos vasos.


5- Formas de evitar o contágio.
As medicações atuam em três vias (endotelina, óxido nítrico e prostaglandina), que levarão a dilatação dos vasos. Existem quatro medicações aprovadas pela Anvisa: Sildenafila e tadalafila (óxido nítrico), bosentana e ambrisentana (endotelina). A iloprosta (prostaglandina) é uma nova droga inalatória, vasodilatadora.
Não há cura para a HAP, mas esses medicamentos podem ampliar a sobrevida do paciente.


Abraços à todos.


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quinta-feira, 18 de julho de 2013

5 Verdades Sobre Transtorno Bipolar

SAIBA COMO LHE DAR COM ESSA DOENÇA QUE ATORMENTA MILHARES DE PESSOAS


emagrecer é vitória


1 - A doença provoca diversas funções psíquicas instáveis, principalmente a flutuação do humor. Assim, é comum a pessoa apresentar fases de depressão e outras de euforia ou irritação.

2- Pode proporcionar ideias de morte e suicídio. Na fase eufórica, denominada de mania, ocorre uma sensação de muita energia, além da fala rápida e uso de roupas mais coloridas.

3- É comum períodos de ausência de libido e outros de hipersexualidade. O descontrole também afeta o nível dos gastos, o que provoca uma enorme contração de dívidas.

4- A principal causa conhecida é a genética. Além dela, a doença pode ter inicio após estresses muito intensos. Esses podem ser situações traumáticas, estresse crônico ou doenças clínicas.

5- Existem inúmeros medicamentos tanto para as fases agudas como para a prevenção. Apesar de não ter cura, seu controle é possível. Procure um psiquiatra para fazer o diagnóstico e definir o tratamento.


Abraços à todos.


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terça-feira, 9 de julho de 2013

Osteoporose

A DOENÇA PODE SER PREVENIDA COM ALIMENTAÇÃO ADEQUADA E EXERCÍCIOS FÍSICOS


OSSO NORMAL: é composto por camadas densamente embaladas (lamelas), formadas por células Ósseas (osteócitos).

OSSO COM OSTEOPOROSE: as fendas entre as lamelas aumentam a fragilidade do osso.


1- Como Surge:
A doença afeta 150 milhões de pessoas no mundo todo e, aproximadamente, 7 milhões de brasileiros. É caracterizada pela redução da qualidade e da quantidade de massa óssea, fazendo com que os ossos fiquem frágeis e suscetíveis a fraturas. A perda óssea pode ter diversas causas. Nas mulheres, está frequentemente relacionada à deficiência do hormônio estrógeno após a menopausa. Nos homens, pode estar ligada à diminuição da testosterona. Para ambos, o uso prolongado de remédios, principalmente corticosteroides, tabagismo, alcoolismo ou estar abaixo do peso são fatores de risco.

2- Mulheres Sofrem Mais:
Quatro em cada cinco portadores de osteoporose são mulheres. A explicação é que, após a menopausa, os níveis de estrógeno caem bruscamente e, com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio, tornando-se mais frágeis. Uma curiosidade é que mulheres caucasianas ou asiáticas correm maior risco. Quem tem histórico familiar da doença deve ficar atento e fazer os exames mais cedo - aos 45 anos para a mulher e aos 50 para o homem.

3- Faça o Exame:
O diagnóstico é feito pela densitometria óssea, que deve ser realizada em mulheres logo após a menopausa e em homens a partir dos 65 anos. É importante marcar o exame antes que alguma fratura aconteça, pois este é o primeiro sintoma de que a doença está em estágio avançado. Se o resultado for normal, ele deve ser repetido a cada dois anos. Mas, se a osteoporose for diagnosticada, é preciso refazê-lo anualmente como parte do tratamento, assim será possível avaliar se o paciente continua tendo perda óssea.

4- Formas de Tratar:
O tratamento é individualizado e prioriza a adaptação do paciente ao medicamento (bisfosfonatos), que bloqueia a perda óssea e reduz as fraturas. O remédio pode ser tomado via oral ou endovenoso. Outra medida é realizar a suplementação de cálcio e vitamina D, dois componentes essenciais um ao outro, pois o corpo não absorve cálcio se tem deficiência de vitamina. Com a terapia o risco de fratura cai pela metade.

5- Prevenção é Possível:
Quem possui familiares com a doença pode começar a se prevenir desde cedo, ingerindo cálcio e vitamina D. É importante frisar que não há necessidade de suplementação se a doença ainda não se manifestou, basta corrigir a deficiência com alimentação adequada. A ingestão diária recomendada de cálcio é de 1000 mg a 1500 mg, o equivalente a cinco copos (200 ml) de leite. Já a quantia de vitamina D consumida deve estar entre 5 mg e 15 mg por dia, e ela pode ser encontrada em peixes como atum e salmão, na castanha-do-brasil, e na luz solar, que faz o corpo produzi-la.


Abraços.


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Hipoglicemia

ELA NÃO É UMA DOENÇA EM SI, MAS UMA ALTERAÇÃO DECORRENTES DE DIVERSAS ENFERMIDADES, DO USO DE REMÉDIOS OU ATÉ DESLEIXO COM O CORPO


Saiba como ela acontece e o que fazer para evitá-la.

A glicose é o principal combustível das células e os alimentos ingeridos no dia a dia são suas fontes. Após a digestão deles, o meio para que ela chegue ao corpo é o sangue. 

Qualquer pessoa pode apresentar hipoglicemia (nível de glicose abaixo do considerado normal), porém é mais frequentemente em diabéticos usuários de insulina ou medicamentos específicos e portadores de hipoglicemia reativa.

Este último tipo ocorre após as refeições (período chamado pós-prandial), e está relacionado a situações de esvaziamento rápido do estômago. Pode também ser desencadeada pela absorção acelerada de carboidratos.

O mesmo se dá com pacientes submetidos a cirurgias gástricas, ansiosos ou estressados.


A PRESENÇA DE DOIS OU MAIS SINTOMAS PEDE ATENÇÃO:
  • TREMOR
  • DOR DE CABEÇA
  • VISÃO TURVA
  • FADIGA
  • SUOR
  • TONTURA
  • ARRITMIA
  • IRRITAÇÃO

COMO SABER O QUE SE PASSA?

Inicialmente é necessário confirmar a subsistência do quadro hipoglicêmico, o que se dá por meio de um exame sanguíneo. A taxa de glicose no sangue (glicemia) considerada normal em jejum pode variar de 60 a 99 mg/dl, podendo apresentar valores um pouco abaixo desses, isto é, entre 50 e 60 mg/dl, que são considerados pelos especialistas como aceitáveis a depender da pessoa.


VEJA COMO GERENCIAR O PROBLEMA
  • Evite períodos prolongados em jejum. Faça intervalos regulares entre as refeições (3 horas), e 5 a 6 refeições ao dia.
  • Não abuse da ingestão de bebidas alcoólicas.
  • Alimente-se sempre antes de atividades físicas, mas sem exageros. Evite práticas extenuantes, após os exercícios, reponha as perdas. Frutas são boas opções.
  • Se você tem hipoglicemia reativa, evite açúcar branco, farinha branca e doces. Prefira arroz e farinha integrais ou associe carboidratos com gorduras ou proteínas (pão com manteiga).
  • Os diabéticos, além de seguirem as indicações acima, devem estar sempre em contato com seu médico e seu nutricionista, principalmente aqueles que realizam atividades físicas regulares, uma vez que a dose dos medicamentos de uso de diário podem necessitar de ajustes na medida em que se evolui no programa de treinamentos.

EM CASOS DE EMERGÊNCIAS

Frente aos sintomas de hipoglicemia, com a pessoa ainda consciente, faça-a ingerir um corpo de alguma bebida que contenha carboidratos (suco de laranja ou leite), ou 
açúcar pela boca (dois ou três sachês ou torrões).

Aos diabéticos, ofereça a bebida primeiro; caso não dê certo, recorra ao açúcar. Os sintomas devem desaparecer entre 5 e 10 minutos. Em situações de perda de consciência, não se deve dar açúcar ou outros alimentos pela boca, sendo necessário injeção de glucagon, que é feita por uma equipe médica.

O hormônio fará com que sejam lançadas no sangue as reservas de glicose do organismo em poucos minutos. Em todo caso, peça auxílio ao serviço de saúde de emergência de sua cidade.


Às vezes o problema é orgânico e decorre de algo mais grave, como disfunções nas glândulas hipófise, tireoide ou mesmo nas suprarrenais.


Abraços.


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sábado, 22 de junho de 2013

Entenda Como se Formam os Tumores

QUE DOENÇA É ESSA?


emagrecer é vitória


O corpo humano é um sistema de criação, manutenção e renovação de células. Quando ocorre alguma falha no processo, podem surgir os tumores. A maioria deles se origina como fruto de falhas nos mecanismos de replicação celular, associadas ou não a estímulos carcinogênicos como cigarro ou devido a mecanismos hereditários.


Para entender melhor o que acontece no organismo quando a doença se desenvolve, confira a lista.


1-  Durante a divisão celular, o DNA, material genético da célula, pode ser danificado. Quando o organismo está funcionando corretamente, as células defeituosas se autodestroem. Ou seja, o próprio corpo se encarrega de consertar o erro.

2- No entanto, muitas vezes, as células defeituosas se reproduzem rápida e descontroladamente e o mecanismo de reparo pode não funcionar. Esse defeito pode ser herdado, mas na maioria dos casos, o DNA é alterado por causa da exposição frequente a fatores ambientais favoráveis, como fumo, radiação ultravioleta, alguns tipos de vírus e má alimentação.

3- Ao se reproduzirem desordenadamente, as células cancerosas formam uma massa, chamada de tumor. Essas células podem se desprender do tumor e atingir outras partes do corpo, onde passam a crescer e substituir o tecido sadio, num processo chamado metástase.

CONJUNTO DE FATORES


Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças. Caracteriza-se por alterações no material genético, que fazem com que as células cresçam e se multipliquem de forma desordenada.

Raramente a doença se desenvolve exclusivamente por causa de fatores hereditários. Ou seja, mesmo em quem tem predisposição, os fatores determinantes podem ser ambientais, e a multicausalidade é frequente; geralmente, associação entre álcool e tabaco, má alimentação e sedentarismo, entre outras.


Abraços.




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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Cistite

A CISTITE, OU INFECÇÃO URINÁRIA ACOMETE MAIS MULHERES DO QUE HOMENS


Mulheres consideradas saudáveis podem ter quadros de cistite até duas vezes por ano e apresentar esses sintomas pode ser sinal de problemas.

1- O QUE É?
Trata-se de uma inflamação na bexiga que está relacionada à presença de micro-organismos, como as bactérias. Apesar disso, não é contagiosa nem sexualmente transmissível. Mais comum em mulheres, elas podem ter cistite até duas vezes ao ano sem que existem outros casos mais raros, como a química (devido ao uso determinadas drogas) e a autoimune. Ambas exigem mais cuidados e um tratamento específico.

2- SINTOMAS
Os principais são aumento de frequência urinária, diminuição da quantidade de urina e um incômodo ou ardor ao urinar. Eventualmente, podem surgir sangramentos, febres e calafrios. Por causa do desconforto e mal-estar envolvidos, essa doença acaba comprometendo a qualidade de vida do portador.

3- DIAGNÓSTICO
Ele é feito por meio de exame de urina, o qual detectará se há uma inflamação juntamente com a observação do conjunto de sintomas que o paciente relatará ao médico. Nos casos mais complexos, é necessário fazer a cultura de urina. Já que este é o único exame que realmente identificará o tipo de bactéria que causa a enfermidade, que normalmente é recorrente.

4- PREVENÇÃO
Para impedir o aparecimento da cistite, ou o retorno dela ao seu corpo, a forma mais eficaz de se prevenir é aumentar a frequência urinária durante o dia. Sendo assim, ingira bastante líquido e procure não deixar a bexiga extremamente cheia antes de ir ao banheiro.

5- TRATAMENTO
Feito pela administração de antibióticos via oral, no período de três a sete dias, pode mudar se o caso por crônico ou recorrente. Nessas situações, a doença será tratada de acordo com o tipo apresentado e pode ser necessário o uso de medicações específicas por até seis meses.
Ainda existe outro tratamento similar à vacina, no qual um fragmento da membrana celular da bactéria será inserido no corpo do paciente e estimulará o seu sistema imunológico a combatê-la.


Fiquem atentos aos sintomas.

sábado, 27 de abril de 2013

Esquizofrenia

PESSOAS COM ESQUIZOFRENIA TÊM UM AUMENTO DA PRODUÇÃO DE DOPAMINA NO CÉREBRO, O QUE PODE PROVOCAR DELÍRIOS E ALUCINAÇÕES



É fundamental que a família entenda bem a doença para não ter uma postura preconceituosa. Agora vamos tirar algumas dúvidas sobre essa patologia.

O que é essa doença?
É uma doença mental com várias alterações cerebrais que inclui o aumento da produção da dopamina, que resulta em alucinações e delírios, pessoas que possuem tumores cerebrais e até mesmo usuários de drogas, como o crack, podem apresentar sintomas parecidos com os da doença, por isso é essencial o diagnóstico preciso.

Qualquer pessoa pode tê-la um dia?
Qualquer pessoa pode apresentar a doença, existe uma influência genética, mas a maioria dos casos de esquizofrenia vem de parentes que já apresentaram anteriormente, é muito comum que ela se manifeste no final da adolescência ou no início da fase adulta, mas pode acontecer em outras fases da vida.

Como identificar o esquizofrênico?
Em geral as pessoas percebem mudanças no comportamento da pessoa, com o fato de se isolar, ficar apática e ter comportamentos diferentes do habitual, nesse momento o ideal é oferecer ajuda e conduzir a pessoa a um especialista, inicialmente o psiquiatra faz um diagnóstico de psicose e se ele perdurar por mais de um mês, é que se aponta a esquizofrenia.

Como são esses sintomas?
Os delírios são idéias distorcidas, com um conteúdo que não é compatível com a realidade, embora tenha uma crença profunda de que aquilo que sente é real, esses pensamentos tomam conta da vida da pessoa, como a sensação de estar sendo perseguido, por exemplo, pela polícia ou por traficantes. Já as alucinações são percepções sensoriais sem um objeto específico, entre elas vozes e sentir cheiro são frequentes, assim como achar que o corpo está sendo tocado, mas "ver coisas", ao contrário do que se pensa, não é algo comum.

E o tratamento, como se dá?
Para tratar a esquizofrenia, são indicadas medicações que bloqueiam a ação da dopamina, os chamados antipsicóticos.
Exemplos delas são o haloperidol decanoato, mais antigo e comum, mas com muitos efeitos colaterais, e mais recentemente foi lançado o palmitato de paliperidona, que é mais moderno e induz menos efeitos colaterais, essas medicações são administradas por via oral, mas os pacientes têm dificuldades de manter o tratamento regular, devido a isso foi desenvolvida a administração por injeção mensal. Complementando o tratamento, utiliza-se a psicoterapia, que ajuda a pessoa a lidar e conviver bem com os sintomas.

Qual é o papel da família?
A família é fundamental para o diagnóstico precoce, manutenção do tratamento. É fundamental que a família entenda os sintomas da doença para facilitar a ajuda aos pacientes.

Há ajuda na rede pública?
O SUS oferece tratamento no CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e grande parte das novas medicações estão disponíveis na rede gratuitamente. O auxílio da previdência só pode ser obtido para os portadores que já tiveram carteira profissional assinada.

Lembrem-se, quanto mais breve for a busca por ajuda, mais eficaz será o tratamento e maiores as chances de conviver (bem) com a doença, tanto para o portador quanto para quem está ao seu lado.